Alzheimer: fase a fase da doença

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Alzheimer: fase a fase da doença

 

Uma simples distração, um número esquecido, um caminho que não se lembra. O que muitas vezes é atribuído ao avanço da idade ou stress, pode ser o alzheimer em sua fase inicial. A doença degenerativa e sem cura atinge as funções cognitivas: memória, percepção, linguagem e orientação, por conta da morte de células cerebrais.

 

Não se sabe ao certo quais são os motivos que levam um paciente apresentar a doença mas, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) estudos apontam que algumas alterações no cérebro já estavam instalados e com o surgimento dos primeiros sintomas se inicia no Alzheimer a fase demencial.

Alzheimer: fases da doença

 

O desenvolvimento do Alzheimer pode ser classificado em três fases: a leve, moderada e a grave. Saiba mais:  

Alzheimer leve

– Perda de memória a curto prazo;

– Desorientação no tempo e no espaço;

– Perda da capacidade de concentração;

– Falta de proatividade e motivação;

– Dificuldade para decidir;

– Alteração bruta de humor, sinais de depressão e ansiedade;

– Esquecer caminhos antes familiares;

– Problemas ao encontrar palavras para falar ou escrever.

Alzheimer moderado

– Esquecimento do nome de pessoas próximas;

– Perda de autonomia e falta de capacidade para viver sozinho;

– Incapaz de cozinhar, limpar, lavar, fazer compras;

– Dependente de cuidados da higiene pessoal;

– Dificuldade para formular ideais de maneira clara;

– Alucinações.

Alzheimer grave

– Perda gravíssima de memória;

– Esquecimento da face de pessoas próximas;

– Problemas para deglutição de alimentos;

– Funções motoras são afetadas;

– Incapacidade de locomoção;

– Incontinencia urinal e fecal.

Tratamentos possíveis para o Alzheimer

 

Mesmo não tendo cura e sendo progressivo o desenvolvimento do Alzheimer, é possível oferecer uma melhor qualidade de vida ao paciente, mesmo na fase mais crítica da doença, tudo isso por conta dos avanços da medicina. Tratamentos medicinais e terapias alternativas acabam aliviando e estabilizando os sintomas existentes.

 

No que diz respeito a remédios o que mais costuma ser receitado é um farmacológico que inibe a degradação da acetilcolina, uma substância presente na região cerebral. Já na parte cognitiva, a estimulação por meio de práticas que ajudam a desenvolver o raciocínio lógico, pensamento rápido e memória também são bem usadas. Estimular que o indivíduo possa explorar seu próprio corpo e limites com atividades regulares de desenvolvimento do equilíbrio, resistência e flexibilidade é ideal para motivar e trazer bem-estar, ainda mais se a atividade puder ser em grupo, para despertar a interação social.

 

Com o avanço da doença, pode ser que a interação de maneira geral diminua e o paciente prefira permanecer acamado ou na cadeira de rodas. Nos momentos finais é importante preservar um local de tranquilidade e iluminação, para não piorar as confusões mentais. Evite confrontos, vozes altas ou ruídos perto do doente. É preciso que ele possa descansar em um ambiente ameno.

 

O Alzheimer da fase inicial até a final atinge a família inteira, isso porque os sintomas acabam de alguma maneira interferindo na vida de todos. É preciso ter paciência para conseguir compreender os estágios da evolução da doença, ainda mais na fase grave, de forma que o paciente mesmo sem compreender, se sinta acolhido nesse momento tão crítico da vida.

 

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