Aparelho para apneia: saiba como funciona

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Aparelho para apneia: saiba como funciona

 

Irritabilidade, dores de cabeça, sono agitado, sensação de sufoco: esses são apenas alguns sintomas da apneia, um distúrbio grave que paralisa repentinamente a respiração por alguns segundos durante o sono. A solução para esse transtorno é o aparelho para apneia, chamado CPAP (Continuous Positive Airway Pressure), que em português significa, pressão positiva contínua nas vias aéreas.

 

Esse aparelho para apneia possui o intuito de enviar um fluxo de ar enquanto o paciente dorme, com a promessa de oferecer uma melhor noite de sono. Algumas das maiores reclamações de quem sofre com o transtorno é a fadiga, a sensação de cansaço no amanhecer, a dificuldade de concentração e a sonolência que uma noite mal dormida proporciona. Sem contar que a apneia se não tratada gera o risco de doenças cardíacas graves, como pressão alta, derrame e infarto.

 

Aparelho para apneia realmente ajuda?

 

O CPAP, o aparelho para apneia, funciona como um compressor de ar que envia continuamente um fluxo de oxigênio para o paciente durante o sono, por meio de uma máscara, que encaixa com elásticos grossos na cabeça do paciente. Com ele o ar entra apenas pelo nariz. Ela deve ser ajustada para incomodar o menos possível e ao deitar é necessário encaixá-la de modo que não marque o rosto ao acordar.

 

Se usado da maneira correta durante todos os dias, seus benefícios são notados já nas primeiras noites, melhorando assim a qualidade de vida do paciente. O período de adaptação é difícil, porém gradativamente é possível se acostumar com o barulho emitido pelo aparelho e dormir como se estivesse sem ele.

 

Fatores que agravam a apneia

 

A necessidade ou não do uso do aparelho para apneia se dá por meio da polissonografia que é o exame que estuda o sono. É ele que, com um teste multiparamétrico, consegue apresentar quais são as variações que ocorrem durante uma noite mal dormida. Porém, existe uma análise completa também para conhecer os fatores que no dia a dia agravam a apneia.

Anatomia

A própria formação do rosto acaba influenciando, pois pacientes com a língua muito grande acabam atrapalhando a passagem do ar. O mesmo acontece com quem possui o queixo para trás ou muito pequeno. Crianças que sofrem com amígdalas grandes também podem desenvolver apneia, piorando o quadro se elas apresentarem obesidade e se suas formações anatômicas forem propensas.

Ronco

Pessoas que roncam possuem uma maior chance de desenvolver o transtorno da apneia, pois já nesse ato existe a dificuldade da passagem de oxigênio.

Obesidade

Quem possui um sobrepeso e sofre de dificuldade na hora de respirar precisa ficar atento para não atingir um quadro de distúrbio.

 

No mercado existem diversas marcas de inaladores para apneia, mas é importante mais do que a potência do produto, escolher uma boa máscara, que possa oferecer conforto e que se adeque naturalmente ao rosto. Junto de um médico especializado, um fisioterapeuta poderá avaliar com conhecimentos técnicos às necessidades do paciente e ajustar o aparelho para apneia conforme o fluxo de oxigênio necessário.

 

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