Candidíase cutânea: veja o que é e como tratar

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Candidíase cutânea: veja o que é e como tratar

Imunidade baixa é tudo o que o fungo precisa para proliferar e causar o problema.

 

Candidíase, também conhecida como cândida, é uma palavra que assusta muitas mulheres. E não é pra menos, afinal, um dos sintomas mais irritantes do problema é a incontrolável coceira. Apesar de poder aparecer em várias partes do corpo, queremos falar melhor sobre a candidíase cutânea ou candidíase na pele.

Assim como os outros tipos da doença, a candidíase na pele é uma infecção causada pelo fungo candida albicans. Esse fungo está naturalmente presente no corpo, e até convive muito bem dentro do organismo. O problema está quando passamos por alguma alteração que enfraquece nosso sistema imunológico, como estresse ou uso de antibiótico, aí o fungo se multiplica e causa os sintomas da candidíase de acordo com o local onde a doença se manifesta.

No caso da candidíase cutânea, os sintomas podem aparecer na pele, unhas e no couro cabeludo. Entretanto, os locais mais comuns para a proliferação do fungo são os mais úmidos e onde há fricção de pele com pele, como:

– Entre os dedos do pé e da mão;

– Área debaixo dos seios;

– Parte interior das coxas;

– Área ao redor do ânus;

– Umbigo;

– Virilhas;

– Axilas.

Sintomas de candidíase cutânea

 

Os sintomas de candidíase na pele na pele são facilmente identificáveis, pois as áreas afetadas logo manifestam que algo não está bem na região. Além da típica coceira, outros sintomas comuns são:

 

– Vermelhidão e dor no local;

– Camada branca e aspecto fissurado na região infectada;

– Erupções na pele;

– Descamação;

– Liberação de um líquido transparente;

– Inchaço doloroso quando aparece nas unhas.

Na maior parte das vezes, o diagnóstico desta patologia é feito através de um exame clínico por um médico. No entanto, em alguns casos pode ser necessário uma coleta de amostra para teste laboratorial.

Tratamento da candidíase cutânea

 

O primeiro tratamento da candidíase cutânea é, talvez, o mais difícil: não coçar. Coçar pode aumentar a ferida, levar outras bactérias para o local e ainda facilitar a transmissão da infecção para outras regiões da pele, o que torna a cura mais demorada.

O tratamento é feito, geralmente, com cremes antifúngicos de uso tópico e, em alguns casos, medicamentos orais. Aliado a isso, o paciente deve usar produtos de higiene de preferência neutros e alcalinos e, no caso das unhas, cortar as que estão contaminadas. Embora a candidíase na pele seja facilmente tratada, ela pode voltar, já que o fungo vive no nosso organismo. Por isso, o melhor tratamento é a prevenção.

Imunidade baixa, flora bacteriana natural da pele desregulada por causa de antibióticos, estresse, alimentação rica em carboidratos ou ainda disfunções hormonais podem fazer a candidíase cutânea voltar a aparecer. Também e muito importante cuidar dos locais de risco do corpo para evitar a proliferação do fungo, mantendo todo o corpo limpo e seco.

Além disso, quando a candidíase cutânea não é tratada corretamente ou aparece de forma constante, o fungo pode provocar uma infecção sistêmica através da corrente sanguínea, o que leva ao surgimento de inúmeras doenças.

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