Cefaléia pós raqui: sintomas, causas e tratamento

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Cefaléia pós raqui: sintomas, causas e tratamento

A cefaléia pós raqui, também conhecida como cefaléia pós-parto, é uma dor de cabeça aguda que ocorre logo após a tomada das anestesia raquidiana. A manifestação da dor pode ocorrer após o parto, nas mulheres, ou em outros casos em pacientes que estiveram sobre o tratamento anestésico da injeção raquidiana. Descubra do que se trata a anestesia e como atua no corpo. Além disso, saiba qual o tratamento caso venha a sofrer de cefaléia pós raqui e como identificá-la.

O que é a cefaléia pós raqui?

A pressão no crânio é um dos principais sintomas de cefaléia pós raqui. Esse tipo de dor de cabeça ocorre logo após a toma da injeção de anestesia raquidiana e tem um pormenor importante: ela possui uma maneira simples de identificação. Normalmente quando se trata de cefaléia pós parto, ela apresenta sinais de melhora da dor ao deitar-se e piora ao ficar de pé ou sentar-se. A anestesia raquidiana é realizado aplicando-se  o líquido em um pequeno espaço da meninge. A partir daí, a pressão exercida no sistema nervoso passa a coordenar a pressão intracraniana. Obviamente sentir esse tipo de dor de cabeça não deveria ser normal, mas um desequilíbrio causado pela aplicação pode levar algumas mulheres à loucura. 

Para entender melhor a causa do problema, vamos explicar do que se trata a raquianestesia. Portanto trata-se de uma injeção contendo anestésico, aplicada no canal raquidiano. Esse procedimento é realizado com a finalidade de suprimir a sensibilidade da parte inferior do abdômen e também dos membros inferiores. Esse é, sem dúvida, um dos processos de aplicação de anestesia mais utilizados por anestesiologistas brasileiros e o mais indicado, com essa finalidade. A qualidade da resposta corporal é significativamente alta em relação a outros tipos de anestesia. Além disso possui baixo custo e é um procedimento seguro. 

Cefaléia pós raqui: grupo de risco e tratamento

Existe ainda um grupo que pode sofrer mais com a cefaléia pós raqui, o chamado grupo de risco, são eles:

  • Mulheres: o risco de ser acometida por dores de cabeça é 3 vezes maiores no sexo feminino. 
  • Gravidez: Mulheres grávidas possuem pressão mais baixa que o habitual, em razão do elevado nível de estrogênio na corrente sanguínea. Durante o trabalho de parto pode ocorrer o aumento da pressão do líquido cefalorraquidiano. Esses dois fatores combinados podem levar a nova mamãe a sofrer com esse tipo de dor de cabeça.   
  • Pessoa com históricos de dores de cabeça. 
  • Um paciente desidratado pode sofrer com cefaléia pós-raqui, mais do que uma pessoa em estado normal de hidratação. 
  • Ter entre 18 e 50 anos. 
  • Esse tipo de dor de cabeça acomete ainda pessoas com peso corporal abaixo do recomendado. 

Felizmente o tratamento é simples e consiste basicamente em repouso. Com a paciente deitada, o uso de medicação anti inflamatória, corticóides e muita hidratação, fará com que a cefaléia desaparece em pouco tempo. Quando o processo de anestesia é realizado com sucesso logo na primeira vez, as chances de haver dores de cabeça são quase inexistentes. No entanto, ao serem realizadas várias pulsões é muito possível que a paciente sofra com a cefaléia pós-raqui.

A cefaléia pór raqui não é incomum, embora possa acometer alguns paciente sem prévio aviso. Neste sentido, caso esteja passando por um episódio anormal de dor de cabeça, busque procurar orientação para que o tratamento possa ser iniciado o mais rápido possível.

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