Creme para melasma: quais os tipos?

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Creme para melasma: quais os tipos? 

Considerada uma doença de pele, a melasma acontece por conta de uma alteração da cor da pele, provocada pelo excesso de pigmentação, chamado melanina.  O tratamento mais popular para a causa é o creme para melasma. Seu uso costuma reduzir as manchas que surgem no corpo geralmente nas áreas com mais exposição solar, como o rosto, pescoço e colo. 

O creme para melasma é apenas uma maneira de amenizar as manchas, pois não existe cura para a doença. Seu uso deve ser feito apenas com recomendação do médico dermatologista, que após observar as manchas conseguirá concluir o diagnóstico e oferecer o produto mais recomendado para a sua pele. 

Creme para melasma: quais os tipos? 

O uso do creme para melasma costuma mostrar alguns resultados, apenas de dois a quatro semanas de cuidados. O tratamento geralmente dura seis meses, mas pode levar mais tempo dependendo do nível exposição ao sol. Os principais utilizados são: 

  • Ácidos: Controlam a melanina e clareiam a pele. Os mais comuns são os ácidos salicílico, glicólico ascórbico e kójico. 
  • Hidroquinona: Por conta do seu princípio clareador o uso da hidroquinona é recomendada a aplicação diária, em um período de três meses. Após esse tempo convém trocar de componente para que a pele não se acostume.

  • Retinóides: Tanto em creme ou em gel, o tazaroteno, adapaleno ou tretinoína, são retinóides que auxiliam na redução das manchas. 
  • Corticóide: Em formato de creme, a pomada de corticóide pode ser usada no local por conta da diminuição da inflamação da pele, que em algumas vezes causam escurecimento. 

Outras formas de tratamento da melasma

Além dos produtos clareadores para melasma, existem também outras opções de cuidados. Entre os procedimentos mais populares estão os lasers e a aplicação de peeling. Aliando alguns desses procedimentos, junto ao creme para melasma é possível reduzir as manchas em um tempo um pouco menor:

  • Laser: O uso de laser com a luz de baixa intensidade e pulso rápido tem conseguido destruir o excesso de melanina nas manchas da pele. O método Q- Switch é o mais seguro do mercado. Há também a luz intensa pulsada, que ajuda a clarear rapidamente a pele, mas acaba sendo inferior em relação a tecnologia do laser. 
  • Peeling  químico: Com o objetivo de renovação da pele manchada, o peeling auxilia desde que seja aplicado de maneira leve, removendo apenas a camada mais externa da pele. Peeling profundos podem agredir ainda mais a derme, por isso normalmente o que os dermatologistas indicam é o uso de até oito sessões de aplicação da técnica em um intervalo de quinze dias. 

Formas de prevenção

A principal forma de prevenção da melasma é evitar o contato da pele com a luz do sol e artificial. Por isso, é importante fazer uso de filtros solares que oferecem uma proteção extra, principalmente nas manchas. Os mais recomendados são os que protegem contra os raios ultravioletas UVA e UVB. 

Se estiver no processo de tratamento com creme para melasma, o cuidado convém ser em dobro por conta das fórmulas. O protetor solar deve ser usado não apenas na rua, mas também dentro de casa. As lâmpadas presentes em ambientes fechados, além da luz emanada de aparelhos eletrônicos podem também acentuar a mancha causada pela melasma, por isso a aplicação deve ser feita permanente. Já em praias, clubes e parques, mesmo com guarda-sol é necessária a presença de alguns aliados, como chapéus e óculos escuros.

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