Gravidez tubária: sintomas, causas e tratamento

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Gravidez tubária: sintomas, causas e tratamento

Gravidez tubária é a gravidez fora do seu local normal, ou seja fora da cavidade uterina, ocorrendo nas trompas de Falópio. Não há como progredir a gestação, o feto não sobrevive. Se não tratada precocemente, pode ser fatal à mulher.

Na gravidez tubária, sintomas como atraso menstrual, sangramento vaginal e dor pélvica geralmente aparecem na oitava semana após a última menstruação. Mas, às vezes, só há sintomas quando acontecem complicações, como forte dor abdominal e maior perda de sangue.

Além da gravidez tubária, existem outras gravidezes chamadas de ectópicas, localizadas em vários lugares, como abdômen, ovário, colo do útero. Entenda melhor a gravidez tubária, os sintomas, as causas e o tratamento. 

Gravidez tubária: sintomas

Geralmente, os sintomas aparecem na oitava semana após a última menstruação.

  • Atraso menstrual;
  • Sangramento vaginal; 
  • Dor pélvica;
  • Aumento da sensibilidade mamária;
  • Náuseas;
  • Massa em região inguinal;
  • Vontade de urinar com frequência.

Às vezes, só há sintomas quando acontecem as complicações.

Complicações

As complicações costumam ocorrer quando há ruptura da trompa, mais ou menos, em torno da décima quarta semana. As principais são:

  • Forte dor abdominal;
  • Perda maior de sangue;
  • Dor no pescoço;
  • Dor no ombro;
  • Dor ao evacuar;
  • Desmaios;
  • Tonturas;
  • Hipotensão arterial;
  • Choque.

Gravidez tubária: causas

Uma das causas mais frequentes é o uso do DIU ( dispositivo intrauterino). Outros fatores como o tratamento de infertilidade e tabagismo também favorecem a incidência.

Diagnóstico

Mulheres em idade fértil com atraso menstrual, dores abdominais e sangramentos vaginais têm que serem investigadas.

A suspeita é confirmada através de um teste de gravidez, ou seja, um beta hCG positivo, e uma  ultrassonografia transvaginal evidenciando feto fora da cavidade uterina.

É imprescindível o diagnóstico precoce, antes de ocorrer a ruptura tubária, para que não coloque a gestante em risco de vida e que seja possível nova gestação no futuro.

Tratamento

O tratamento tem como objetivo a remoção do feto e da placenta, já que não há viabilidade.

Na maioria dos casos, a cirurgia é feita por laparoscopia, mas, às vezes, é necessária uma laparotomia (cirurgia aberta), nos casos de instabilidade hemodinâmica.

Se houver necessidade de retirar uma trompa, e se a outra estiver em boas condições, a mulher poderá engravidar novamente.

Também pode ser utilizada uma dose única do medicamento metotrexato para interromper a gravidez.

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