Psicoterapia na adolescência permite autoconhecimento, reflexão e gestão de conflitos

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Psicoterapia na adolescência permite autoconhecimento, reflexão e gestão de conflitos

A adolescência é a fase da vida em que ocorrem muitas mudanças e de maneira tão intensa e rápida, que é quase impossível passar por elas sem ajuda. Às vezes, os pais têm dificuldades de compreender essa situação, não sabendo ao certo como lidar com ela. 

É nessas horas que entra a psicoterapia na adolescência, auxiliando o jovem neste período de adaptação.

Por que fazer psicoterapia na adolescência?

A psicoterapia permite um melhor conhecimento de si próprio, reflexão e gestão dos conflitos. 

Geralmente, são os pais que detectam a necessidade da consulta e marcam um aconselhamento individual ou familiar, para se expõe a situação e a causa da marcação.

Depois de analisar as narrativas, ficar a par dos detalhes e entender o ponto de vista de cada um, o psicólogo, junto com o jovem, vai planejar como ajudá-lo nos seus problemas.

Então, é marcada a primeira consulta de psicologia pelo próprio adolescente.

Se o paciente for menor de 16 anos, é necessário, na primeira consulta, ser acompanhado dos pais ou um adulto da família.

Para os pais, é um canal de comunicação onde eles podem expor suas dúvidas, colocar suas preocupações, conhecer o profissional que está atendendo o filho.

Para os adolescentes, é uma forma de ser ouvido de maneira confidencial. O paciente deve sentir confiança, ter uma boa relação com o profissional para a psicoterapia surtir o efeito desejado.

As sessões de psicoterapia

Geralmente, a primeira consulta dura em torno de 1 hora e meia e as outras, cerca de 50 minutos. 

O tempo de duração e o intervalo entre as sessões variam conforme os problemas apresentados pelo paciente.

Geralmente 1 ano de psicoterapia e 1 sessão por semana é o suficiente para melhora do quadro.  

Problemas que podem ser resolvidos pela psicoterapia na adolescência

  •  Descoberta da sexualidade;
  •  Busca da identidade;
  • Imagem corporal;
  • Integração em grupos de amigos;
  • Piora do desempenho escolar; 
  • Ansiedade;
  • Dificuldade de concentração;
  • Insônia;
  • Baixa autoestima;
  • Depressão;
  • Alterações de humor;
  • Falta de compreensão da família sobre a fase.

A transição infância-adolescência-vida adulta traz modificações físicas, psíquicas, hormonais que geram tensões, responsabilidades, questionamentos que exigem respostas. O adolescente tem necessidade de saber quem ele realmente é, ser aceito e se aceitar, para ocupar um espaço na sociedade.

Crescer assusta. Surgem sentimentos ambíguos. O jovem tende a rejeitar as mudanças por medo do desconhecido.

O adolescente deseja ser escutado, aliviado de suas angústias. Apesar do contexto natural de afastamento da família em busca de sua identidade, ele pode necessitar do auxílio da família e/ou psicoterapia na adolescência, para poder ajudá-lo no seu amadurecimento social e psicológico.

Dificuldades no caminho podem interferir na personalidade e no seu futuro como adultos. Jovens que superam este período de reajustes se tornam mentalmente saudáveis e mais felizes.

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