Tipos de obesidade: saiba como identificar

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Tipos de obesidade: saiba como identificar

 

Para além do sedentarismo e dos maus hábitos alimentares, a obesidade é uma doença crônica que possui também um caráter genético, além de distúrbios hormonais e emocionais. Dados do Ministério da Saúde apontam que 18,9% da população das capitais brasileiras acima de 18 anos sofrem com algum dos tipos de obesidade.

 

Os tipos de obesidade são separados conforme a distribuição da gordura corporal, por isso é importante conseguir identificar em qual nível de acúmulo o paciente se encontra, para poder oferecer um tratamento específico para o emagrecimento saudável.

Conheça os tipos de obesidade

 

Afetando a saúde de formas distintas, os níveis de obesidades costumam ser classificados em três tipos: a central, a periférica e a homogênea. Conheça mais sobre cada uma delas:

Obesidade central

Também conhecida como obesidade abdominal, ela é caracterizada por desenvolver no paciente o corpo em forma de maçã. Mais comum em homens, ela costuma acumular a gordura na região do tronco, depositando no abdômen, cintura, peito e face. O perigo é que ela pode desenvolver no indivíduo diabetes (tipo 2), doenças cardiovasculares, infarto, trombose, colesterol alto e diversos tipos de câncer.

Obesidade periférica

Mais popular em mulheres, a periférica ou em pêra, por conta do formato da fruta é quando a gordura se instala na região entre as coxas, ancas, quadril e glúteos. Quem possui esse nível de obesidade é mais propenso a desenvolver doenças circulatórias e vasculares, osteartrose, problemas nas articulações, doenças cardíacas e também diabetes.

Obesidade homogênea

Como o próprio nome já diz, a homogênea é a gordura espalhada de maneira igual por todo o corpo. O perigo é que como ela preenche todas as partes de modo natural, os pacientes demoram a perceber os riscos que ela pode causar.  

Principais tratamentos para obesidade

 

Para iniciar um tratamento contra os tipos de obesidade é preciso considerar o índice de Massa Corporal (IMC) do paciente e avaliar qual a quantidade de gordura no corpo. Só assim será possível colher as medidas e analisar a gordura visceral por meio de uma ultrassonografia.

 

Com esses dados em mãos o médico endocrinologista poderá iniciar os cuidados clínicos, que geralmente são a prescrição de uma dieta saudável com o objetivo de emagrecimento, prática regular de atividade física e inibidores de apetite.  Cuidado ao ingerir medicamentos para emagrecer, pois os efeitos colaterais costumam ser prejudiciais.

 

Em casos mais extremos e quando o primeiro tratamento não obtém resultados satisfatórios, é indicada a realização de um procedimento cirúrgico, a bariátrica. Invasiva, ela geralmente retira uma parte do estômago e em alguns casos do intestino, de modo a diminuir a quantidade de alimentos absorvidos, diminuindo assim o peso.

 

Os tipos de obesidade em que o paciente se enquadra irão determinar qual o tipo de tratamento recomendado, porém é preciso cuidar também da mente. Muitas vezes o excesso de ansiedade atrapalha a rotina estabelecida pelo médico e a tentação de escapar da dieta e faltar nas atividades físicas acaba sendo grande. Tente incluir no seu dia a dia atividades que possam acalmar a mente, relaxar o corpo e diminuir a pressão.Só assim será possível encontrar o equilíbrio entre o corpo e a mente.

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